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Por nossas veias corre Luz

Traduzido do artigo “Por las venas corre luz” – de Antonio F. Muro (Dsalud.Com)


Tradução: Nilo Arnaldo Beck (Out/2009)


Os seres humanos são feitos de água, mas de uma água muito especial composta por cristais líquidos sob a forma de clatratos (*1), que permitem que a luz e, portanto, a energia, viaje a surpreendentes velocidades pelo nosso corpo transmitindo informação. De acordo com a Dra. Esther Del Rio, a sua perda é uma das principais causas de doenças, e sua restituição permite recuperar a saúde. As impressionantes curas como em graves patologias de câncer, parecem dar-lhe razão. Trata-se de um descobrimento transcendental.

Sabe-se que 75% do peso de um adulto é constituído de água, sendo 90% para o cérebro. Ao nascer, essa proporção era de 90-95%, enquanto que na velhice vai chegar a apenas 60-65%. Isto significa que à medida que envelhecemos nós “secamos”. Portanto, sendo a água o líquido imprescindível pelo qual a vida se manifesta, seria razoável concluir que em pleno século XXI já se conheça todos os seus segredos. Nada poderia estar mais longe da realidade. Sabemos muitas coisas sobre a água, que as moléculas que a compõem são dipolares, constituídas por dois átomos de hidrogênio e um átomo de oxigênio, e que se trata de uma substância com propriedades únicas, incomuns e inesperadas para uma molécula tão simples.

Na verdade, a água é, por excelência, um solvente universal. Ou seja, é o meio pelo qual se dissolvem quase todas as substâncias. Dentro dela ocorrem inúmeras reações químicas fundamentais para o metabolismo dos seres vivos. Isto é algo possível graças à sua polaridade e condutividade elétrica (mais uma vez a energia como base da vida). Por isso ela é muito importante na estabilização do clima, dada a grande quantidade de calor que pode armazenar-se nas águas do mar. Além disso, dependendo da temperatura e da pressão, ela pode facilmente mudar de estado. Por isso, podemos vê-la como um líquido no rio ou no mar, como um sólido nos icebergs, ou como um gás na atmosfera. Sabemos também que no organismo humano a água intracelular representa 50% da massa corporal magra e a água extracelular representa 20%, porcentagem que se divide entre o líquido intersticial (15%) e o líquido circulante (5%). Sabemos mais, que a água pode ser ativada, energizada, dinamizada, oxigenada, ozonizada, hipnotizada, cromatizada, solarizada, sonorizada, ionizada, imantada, polarizada, magnetizada. Isto significa que se tem agora um quadro definitivo da estrutura da água? A resposta é não!

Têm sido propostos muitos modelos para a estrutura da água, porém nenhum é satisfatório, porque não explicam por completo todas as propriedades da água. Por isso, os trabalhos da bioquímica mexicana Dra. Esther Del Rio adquiriram especial relevância. É que seus estudos sobre a natureza da água, sua afirmação sobre a existência de moléculas de cristal líquido na água dentro do corpo e sua relação com uma rede magnética que abrange todo o organismo, explicaria a rapidez das respostas biológicas a nível celular, contribuindo também como uma ferramenta prática para o cuidado da saúde e contra o envelhecimento. Além disso, a sua proposta daria uma base científica às terapias naturais energéticas.

Moléculas de cristal líquido – Falamos de alguém que iniciou quase uns 40 anos atrás, em 1968, dois projetos de pesquisa que avançaram em paralelo nestas últimas décadas. O primeiro deles tratava de encontrar resposta para como nos organismos podem produzir-se intercâmbios de sinais em milionésimos de segundo, quando a aparente estrutura da água da qual a maioria dos organismos é constituída, não deveria possibilitar semelhantes velocidades nas respostas biológicas. Diz a Dra. Del Rio: "O fato de que todo organismo é composto de protoplasma, substância vital que se caracteriza por movimento e resposta em milionésimos de segundo, nos faz pensar que o líquido que o forma poderia ter outra estrutura molecular que funciona nesta velocidade. A água - H2O - é uma substância de características químicas sui generis devido à bipolaridade de sua molécula, e como resultado disso, é o melhor solvente do mundo. Ademais, ela tem outras características adequadas para proteger a vida. Mas, quanto à sua condutividade, não é da mesma ordem de resposta que o protoplasma. Então decidimos iniciar a pesquisa na estrutura molecular da água, sobre o mecanismo que permite que essa resposta se produza em milionésimos de segundo”.

A Dra. Del Rio desenvolveu seu modelo a partir dos trabalhos de Linus Pauling sobre a estrutura da água, que desde a década de 50 do século passado, usando um aparelho de difração de RaiosX, formulou a teoria de que as moléculas da água poderiam apresentar-se unidas formando um icosadodecaedro (ou dodeicosaedro) de faces hexagonais e pentagonais, ao qual chamou de clatratos.

(*1 N.T.) Clatratos são "misturas", onde uma molécula pequena ou átomo grande, como metano, xenônio, óxido nitroso, ficam presos em cavidades de cristais quando a solução é resfriada e um dos componentes se cristaliza. São conhecidos clatratos de gases nobres com água ou quinol (1-4 dihidroxibenzeno). Chegando a proporções como 3 quinol para 1 de gás nobre e 6 de água para 1 de gás nobre. Os clatratos de água são erroneamente conhecidos como hidratos, causando confusão com açúcares (carboidratos). O mais importante é o hidrato de metano, que é componente de parte do sedimento do oceano e poderia ser usado como fonte de energia. Este mesmo clatrato poderia ser usado para facilitar o transporte de metano, que atualmente é feito através de gasodutos ou liquefeito a -182,5°C ou em alta pressão (200 bar). Um clatrato (do latim clathatus que significa cercado ou protegido por barreiras ou portões) é uma substância em que um componente se cristaliza em uma estrutura muito aberta que contém furos ou túneis nos quais podem estar presos os átomos ou moléculas pequenas de um segundo componente. (Wikipedia)

Pauling disse que cada clatrato é constituído de 32 faces externas e uma pirâmide de 4 triângulos eqüiláteros sobre a base de um quadrado. Portanto, um total de 37, que guardam as 37 moléculas da água. Também observou que são instáveis, se formam e se destroem a 10-11s (10 a menos 11 segundos), passando por um intervalo quando 32 faces formam 4 octaedros para logo voltar a agruparem-se em clatratos.

"A proposta do nosso projeto, diz Esther Del Rio, é que a água de nossos tecidos, em sua maior parte, é cristal líquido em forma de clatrato (H2O)37, ou seja, um estado intermediário da matéria estável (mesomórfico), e que por ser cristal líquido conserva as propriedades dos líquidos, mais as propriedades dos cristais ópticos e, mais importante, é capaz de guardar memória”.

Os cristais líquidos mantêm todas as propriedades do movimento dos líquidos, todas as propriedades ópticas dos cristais sólidos, servem como unidades de armazenamento de memória e respondem a diferentes comprimentos de onda vibratória. Isto lhes permite codificar e recodificar informação em milionésimos de segundo. Na verdade, as propriedades dos cristais líquidos têm sido a base das invenções mais importantes do século XX e parte do século XXI.

Devido às suas propriedades, o desenvolvimento da informática atual nos levou aos computadores, ao laser, às telas de plasma, aos celulares, aos satélites artificiais, às naves espaciais, aos telescópios, aos microscópios eletrônicos e a toda a informática capaz de gravar, armazenar, classificar dados, codificar programas, etc. Por isto mesmo, diz Esther Del Rio, “ao incorporar este conceito, confirmamos que somos o melhor computador do mundo e que cada célula se comunica através de uma tela de cristal líquido, capturando e enviando hologramas que podem ser codificados”.

As moléculas de cristal líquido capazes de reagir a pequenas mudanças de energia, codificando e transmitindo comprimentos de onda, trabalhando como uma unidade de memória ou microchip, seriam o veículo ideal para transmitir informação eletromagnética a velocidades inimagináveis.

A energia que foi identificada pelas culturas antigas por nomes diferentes - Chi (na cultura chinesa), Ki (na cultura japonesa) e Kundalini e Prana (na cultura hindu), pesquisadores como o professor F. A. Popp, da Universidade de Kaiserslautern na Alemanha, argumentam que surge através de biofótons. Os biofótons, explica Popp, “possibilitam ser uma ferramenta poderosa para compreender a saúde e a enfermidade desde o ponto de vista da comunicação celular interna e externa dentro do sistema vivo sob investigação, uma fonte de informação eletromagnética saudável”. Bem, essa luz, essas ondas de luz, teria no cristal líquido, tal como foi definido pela Dra. Del Rio, o material ideal para formar canais biofotônicos entre as diferentes partes do corpo. A luz, portanto, correria por nossas "veias eletromagnéticas" levando sua informação de uma parte à outra do organismo.

Essa explicação de fato respaldaria os postulados do científico soviético Peter P. Gariaev, do Instituto de Ciências da Academia de Ciências de Moscou, que considera o ADN de um biocomputador capaz de coletar e transmitir informações de seu ambiente através de ondas que podem alterar os padrões de comportamento das células.

"A proposta da água como cristal líquido nos tecidos, na sua estrutura de (H2O)37, assinala a Dra. Del Rio, é a única que satisfaz a transmissão de informação elétrica ou eletromagnética, interna ou externa, de todo organismo vivo. Essa possibilidade foi confirmada quando na segunda pesquisa foi descoberta uma rede “ferroso-férrica” formada por macromoléculas de ferro em formas cristalinas rombóides e tetraédricas, que funcionam intermitentemente, produzindo energia eletromagnética por diferença de potencial. Tanto os cristais líquidos como a rede férrica constituem um sistema de informação onde cada macromolécula de ferro funciona como um microcampo magnético, cercado de água de cristal líquido (H2O)37 e outros elementos alcalinos e metalóides”.

O corpo férrico – As macromoléculas de ferro seriam descobertas em 1974 pelo grupo de pesquisa do Dra. Del Rio e apresentadas em 1984 durante o Congresso da Academia de Medicina e Homeopatia realizada naquele ano no México. Em 1986 publicou seu trabalho, mas apenas a nível nacional. Depois, em 1989, J. L. Kirschvink encontraria magnetitas no cérebro dos animais, como responsáveis por sua orientação em relação aos eixos magnéticos da Terra, descobrimento que três anos depois o levaria a descobrir magnetitas no cérebro humano com morfologia de cristais.

Essas partículas magnéticas podem apresentar forma esférica ou piramidal e sua distribuição não é uniforme. Elas são maiores do que uma célula, se encontram intermitentemente, reagem oxidando-se ou reduzindo-se, e quando uma se oxida e outra se reduz, formam-se diferenças de potencial, de tal maneira que todo o nosso corpo é nutrido por correntes eletromagnéticas, que por sua vez formam dentro do corpo uma barreira protetora contra qualquer desequilíbrio bioquímico. Também se descobriu que no centro do corpo elas são mais densas e externamente se apresentam mais isoladas, e que suas emissões eletromagnéticas podem ser lineares ou helicoidais.

"Cabe destacar que essas macromoléculas de ferro oxidadas e reduzidas, diz a Dra. Del Rio, se encontram mais densas no centro do corpo, formando um eixo que corre na frente da coluna vertebral, onde se destaca a presença de esferas constituídas de macromoléculas reduzidas e oxidadas, com uma velocidade de intermitência mais forte para recuperação das energias produzidas, as quais têm movimentos helicoidais ao longo desse eixo. Essas esferas magnéticas nos lembram os chakras ou centros de energia que foram inicialmente expressados em livros muito antigos e depois retomados pelos vedas”.

É preciso que se diga que esta aparente confirmação da existência dos chakras, ponte entre a atual ciência de vanguarda e o conhecimento transmitido através dos milenares textos desde o Oriente, é um dos elementos mais surpreendentes e apaixonantes dos trabalhos da Dra. Del Rio.

"Essa rede constituída de microcampos magnéticos, explica a Dra. Del Rio, foi vista através de aparelhos de RaiosX modificados com eletroímãs, podendo-se observar o corpo cheio de luzes fluorescentes e intermitentes com abundante densidade de magnetitas onde se encontram as glândulas mais importantes do corpo, coincidentes com os lugares onde se havia mencionado a existência dos chakras. Em conclusão, cada chakra é constituído por milhares de magnetitas ferroso-férricos, formando verdadeiras esferas. É importante mencionar que essas esferas se encontram nos lugares onde estão as glândulas mais importantes do corpo, como também é expressado nesses livros. Esses centros de energia são 7 e estão localizadas na altura dos órgãos sexuais, das glândulas supra-renais, entre o fígado e o pâncreas, do timo, da tireóide, da glândula pineal e da hipófise-pituitária. Por isso podemos deduzir que esta ordem magnética protege a ordem bioquímica através dos cristais líquidos dos chakras e das glândulas”.

Diante disso, a Dra. Esther Del Rio não vê nenhum inconveniente em reconhecer a existência de um ser humano integrado por três corpos - corpo magnético, corpo bioquímico e corpo mental, conectados a uma consciência superior. O corpo magnético protegeria a bioquímica celular, já que esta rede é responsável pela produção de energia eletromagnética, como uma teia de aranha, prendendo os cristais líquidos que guardam e codificam a informação como uma tela de cristal líquido de computador.

“Os cristais líquidos, explica ela, podem ser na forma coloidal no interior das células entre as hélices de DNA, ou então entre os aminoácidos das proteínas que compõem o tecido conjuntivo, que é o tecido que contém mais água em cristais líquidos (80%). Aqui observamos que os impulsos eletromagnéticos também estão envolvidos nessa rede de informação, já que a célula está imersa em um campo magnético, e isso permite propor um trabalho de enlace entre a energia eletromagnética produzida por seres vivos, e no exterior como uma grande antena parabólica que recebe informação e emite comprimentos de onda fora do corpo a pulsos intermitentes em diferentes níveis de energia – isso poderia ser a aura eletromagnética. O trabalho do nosso sistema magnético é como o de uma bobina, cujo centro é mais denso e com produção de energia helicoidal, para menos denso no exterior com energia linear, formando os meridianos que são utilizados na Medicina Tradicional Chinesa e em outras terapias holísticas”.

As suas investigações levaram-na a concluir que toda a célula necessita de cristais líquidos para transmitir suas mensagens, que toda a informação interna é armazenada na estrutura cerebral correspondente através de cristais líquidos, e que o organismo é como um grande computador com tela de cristal líquido.

Aplicações terapêuticas – Para a Dra. Esther Del Rio a saúde é um estado de equilíbrio entre o corpo magnético e o corpo bioquímico, em que tanto o corpo férrico como as moléculas de cristal líquido desempenham um papel fundamental. Exatamente quando a nossa rede magnética se desorienta ou destrói por causas externas ou internas o corpo magnético, começa a desenvolver-se a enfermidade. Entre as causas externas encontram-se a poluição ambiental, a contaminação alimentícia e as radiações ionizantes, entre outros fatores. E entre as causas internas encontram-se as emoções, o estresse, a genética, e assim por diante. Para reordenar a rede magnética e corrigir o campo magnético pulsante interno e externo do corpo para evitar a falência bioquímica, segundo os pesquisadores mexicanos, seria bem justificável o uso de qualquer terapia holística que inclua a aplicação de campos magnéticos pulsantes, de forma genérica ou particular, mediante técnicas de biomagnetismo: acupuntura, aromaterapia, ou qualquer outra das terapias que trabalham equilibrando a energia.

Logicamente, se o corpo magnético não transmite corretamente às células a informação vibracional adequada através das moléculas de cristal líquido para a realização de seus processos bioquímicos, estes se produzem de maneira cada vez mais defeituosa, dando lugar também à enfermidade. Como tal, uma bateria é tão necessária como um meio de transporte de energia.

Outra função dos cristais líquidos dentro do corpo está relacionada com a recuperação de tecidos danificados, já que restabelece a seqüência de informação correta entre as células, revertendo o processo corruptivo que deu origem a uma comunicação incorreta ou alterada. Segundo a Dra. Del Rio, é precisamente a perda da capacidade de transformar a água normal (H2O) em (H2O)37 que leva ao envelhecimento celular. Também para a replicação do DNA é requerido o cristal líquido, que é o que guarda a memória da vida.

Criação do cristal líquido – A Dra. Esther Del Rio patenteou um processo químico para produzir Água Vital ou Cristal Líquido. É um processo que parte da água purificada para obter-se água-cristal líquida. “Com equipamentos de alta precisão, explica ela, convertemos água normal em Água Cristal Líquida, que é um estado coloidal e mesomórfico. Suas características físicas são diferentes. Ela tem uma alta tensão superficial (cerca de 60 dinas), é de maior densidade, pesa mais do que água normal, é ligeiramente turva devido à precipitação de sais de ferro que não se agregaram, mas que fazem parte da água natural, não tem odor e sempre se conserva fresca. Com este tipo de água pode haver um acréscimo de eletrólitos nos tecidos que melhora o funcionamento dos órgãos, para que se estimulem as células e se reorganize o tecido conjuntivo, melhorando em todos os casos a qualidade de vida".

Além disso, esta água é parte do tratamento que a Dra. Patricia Pérez Del Rio, filha da Dra. Esther, utiliza há anos em todos os tipos de patologias, bem como para prevenir o envelhecimento, com resultados surpreendentes dados a conhecer em diversos congressos.

Devido aos excelentes resultados conseguidos nos últimos anos, “chegamos à conclusão de que o câncer é um problema emocional e por isso os resultados com a água-cristal líquida estão sendo muito bons. E melhoram quando se consegue a recuperação emocional do paciente”. Também nos casos de doenças auto-imunes como lúpus ou artrite reumatóide, afirmam terem obtido excelentes resultados. "Ainda que os resultados realmente começam a aparecer a partir do terceiro mês, na maioria dos casos se pode observar melhoria já a partir do primeiro mês de tratamento”. Trata-se de um tratamento barato e simples, pois basta ingerir dois copos diários de água-cristal líquida, ou aplicando-se mediante compressas. Mas não se aplica por via de injeção intramuscular ou intravenosa. E é claro, conta com a permissão do Departamento de Saúde do México. A aplicação desse tratamento só exige que o paciente não consuma bebida alcoólica e nem qualquer outra coisa tóxica.

Em resumo, podemos afirmar que os trabalhos da Dra. Del Rio permitem completar algumas teorias da Física moderna. De um lado responde a como o ser humano canaliza a energia (biofótons, atualmente, ou ki ou chi, antes) que obtém do seu meio para o correto funcionamento da bioquímica do seu corpo. O entorno meio-ambiental viria a ser, pois, a bateria que permite a alimentação elétrica do nosso motor e de cada uma de suas peças. Energia absorvida através dos “acumuladores” do nosso organismo, papel que desempenham os chakras, finalmente acaba convertendo-se em impulsos eletromagnéticos que circulam pelas moléculas de cristal líquido entre as células. Os seus trabalhos também permitem compreender pesquisas como a do físico Garaiev, que pressupõe a existência de um mundo subquântico do qual o DNA extrai a informação com a qual se compõe o ser humano. Nesse caso, as moléculas de cristal líquido seriam as encarregadas da transmissão da informação de dentro para fora através do corpo férrico, de tal maneira que em nosso campo magnético externo, aura, pode refletir-se a informação do interior do nosso organismo.

O passo dado por essas investigações, longe de desprezar nossas origens, nos aproxima a concepções milenares nas quais o ser humano aparecia integrado a um todo. O surpreendente é como nossos antepassados de milhares de anos poderiam ter conhecido o papel dos chakras e suas interelações energéticas com o entorno, que graças a modernas tecnologias atuais começamos a vislumbrar a realidade do que somos.

“Nosso organismo, diz a Dra. Del Rio, é um grande ordenador (processador, computador), com uma tela de cristal líquido que se relaciona com o exterior e com o interior, assim como um disco rígido de armazenamento de um computador, que é o cérebro, dando respostas a milionésimos de segundo, graças ao sistema de cristal-líquido-magnetitas, tornando-nos virtualmente cibernéticos e integrados a uma grande rede de linhas eletromagnéticas externas e internas conectadas à mente universal. Pode-se dizer que todos nós seres humanos estamos interconectados através de um sistema cristal-líquido-magnetitas (linhas de Internet) com a mente universal”.

 

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